terça-feira, 19 de maio de 2009

Por hoje não faço merda. Pelo menos hoje.

Nossa. Quem trem me atropelou? Caraio. Tenho que fazer a inspeção veicular de poluição. É já, já, ás dez da manhã. Jornal, merda, banho. Cavalo vai comigo. É ali na Barra Funda. É uma palhaçada do caralho. Os caras só inspecionam carros acima de 2003. E todo mundo sabe que quem polue mesmo são os carros velhos. Acontece que se inspecionarem os carros antigos, vão ter que arrumar um monte de pátios pra apreender os poluidores. E não tem onde. Então, eles verificam apenas os carros novos. Alô Kassab, vai tomar no cu!


Eu ainda to doidão. Volto pra casa. Deixo Cavalo na Gabaju antes. Vou dormir, que to mal. Preciso ir pra Band lá pelas cinco. Penso em dar um perdido. Apaguei. Acordo pelas quatro da tarde. Novo banho. Bora pro trampo sem comer, pois to enjoado pra caralho. Liguei pro Dirlan, meu amigo diretor do Domingo Legal. É aniversário dele. Regina, redatora do pool de redação do SBT, me manda um torpedo dizendo que foi trabalhar ainda meio breaca em função da bebedeira da noite passada. E que sem minha presença lá, ela não tem com que rir. Geralmente nós somos os dois que chegam de ressaca. Beijo Re. Força! Tb to mal.

Muito trampo no Sex Prive Brasileirinhas. O tal chefão da produtora vai filmar em Búzios e se dispõe a entrevistar os atores e atrizes pra gente fazer perfis e exibir no programa diário. Dá-lhe escrever oito sequencias de perguntas. Na verdade, são perguntas padrão, com pequenas diferenças umas das outras. Eu to mal.

Terminei as porras das pautas e resolvi ir jantar pra tentar salvar meu corpo. A alma já era, faz tempo. Bife a Role. Arroz, feijão. Obrigado, senhor.

Vortei. Tenho que atualizar toda aquela internetizada. Fiz. Vou pra casa. Por hoje não faço merda. Pelo menos hoje.

Ligo pro Brum a caminho do carro pra marcar uma espécie de ensaio pra gente fazer um acústico domingo no evento do Flavio Vajman. Vai ser amanhã, ás duas da tarde. Ligo pro Tuca pra pedir emprestado o baixolão dele. Ok. Ele ta no clube com as crianças e pede que eu passe lá. É o C.A.T. – Clube Atltético Tremembé. As Velhas já tocaram aqui no tempo em que Jesus era menino. Neste mesmo salão onde agora o filhote mais velho do Tuca, Ian, ta treinando judô. Eh,eh,eh. Ele é mirradinho e não consegue derrubar ninguém. Está só começando no esporte. Com o tempo ele pega o jeito. Tuca ta com o Igor no colo. A idéia, me diz o baixista dublê de advogado, era colocar os dois no judô e enquanto estivessem entretidos na luta, ele ia para a musculação. Igor não topou e ele fica brincando com ele. Ok. Terminou a aula. Passamos na goma do Tuca e o baixolão ta no carro. Thanks, bro! Os meninos são super educados. Igor que é mais arredio vem até a porta repetindo "tchau tio Paulão". Crianças... Preciso experimentar isso um dia destes.

Home alone. Ainda bem que jantei na Band. Preciso mijar, cagar. Antes, água nas plantas. Ok. To no banheiro. Pijama. TV.

Nada que preste, pra variar. Nem no canal pornô. Uma porra dum negão roludo metendo a vara numa japinha feia pra burro. Eu gosto de filmes de mocinhas se pegando. O Coritiba ta derrubando a Ponte da Copa do Brasil. E olha que o gol saiu no fim. Antes disso a Ponte tava até pressionando, ainda que o jogo seja em terras paranaenses. Taí o Coxa na semifinal. Contra Flamengo ou Inter? Amanhã saberemos.

Zapeia, zapeia. Casseta e Planeta. Hum. Um esquete da gripe suína personificada pela Maria Paula. Uma vez encontrei a Maria Paula na MTV, quando ela era ainda VJ. Era uma época em que eu ainda levava material das Velhas Virgens lá pra divulgação. Ela tava sentada na produção, ao telefone, e com as pernas PELUDÍSSIMAS sobre a mesa. Coisa feia pêlo preto sobre a pele branca. Descolorido ainda vai.

Que mais? No quarenta e sete ta Batman Begins. No quarenta e oito tá Gangues de Nova Iorque. Já vi estas porras vinte vezes. Que tal ver um DVD. Across the Universe? Ainda não. Zapeia. Zapeia. Nenhum filme de lésbica? Merda. Ta me dando fome. Cozinha.

Corto dois bifes da picanha que sobrou do churras de sábado. Coloco água pra ferver e vou fazer um macarrão meio maluco. O chão branco da cozinha ta ensebado. A louça da pia ta fedendo. Lá fora a grelha do churras anseia por uma escova. A vaca da faxineira deveria vir amanhã ou quinta. Ela se mudou pra longe e pode ser que desapareça da nossa casa. Mas vale á pena esperar dois dias pra ver se ela vem e arruma esta merda. Não costumo sujar muita coisa, mas preciso que a casa esteja organizada. Se ela vier e limpar, eu conservo. Nada de notícias de Dex.

Coloquei sal fino nos bifes de picanha. Meu cunhado faz um esquema interessante quando churrasqueia: ele coloca a peça toda de carne pra assar em volta. Depois vai cortando bifes grossos e assando aos poucos. A peça fica com o interior semicrú e parece até um carpaccio. Mas precisa por sal fino pra assar na frigideira. Água fervendo. Macarrão na água. Gole de coca zero. Lavanderia. Algumas roupas que lavei seguem molhadas. Bifes prontos. Ficou um caldinho na frigideira. Escorri o macarrão. Passei na frigideira, no molho de carne. Hum. Não é que esta porra ficou gostosa? Pra baixo. Fio dental.

Tv novamente. Nada novamente. Internet. Youtube: "lesbian footfetish". Mocinhas chupando os pés das amigas. Hum. Viva Bill Gates. Mariquinha, Maricota. Livro da Marlene Matheus. Hoje eu termino. Ela comenta, nas últimas páginas, a saída do Dualib e sua esperança no Andrés. Ok. Terminei. Matheus era um cara admirável. Eu sou um cara desmaiável. Boas noites.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O surdo, o esclerosado e o careca.

Nove da manhã. Frio. Tô melhorzinho? Tô!

Merda, jornal. O cara escreveu que o Corinthians jogou com time misto. Misto é o teu cu, jornalista cuzão. Tava todo mundo lá, exceto o Jorge Henrique e o William. O elenco reclama da falta de coleguismo na hora dos passes. Em resumo: bando de fominha que quer resolver os lances sozinhos.

Santos em crise com empate em três gols contra o Goiás. Tavam ganhando de três a um e cederam a igualdade na Vila. Fabio Costa quis bater em alguém. Madson foi chamado de corinthiano e chorou. Que honra ser chamado de corinthiano. Acho que ele chorou de emoção. Fabio Costa é que não muda. É todo malandrão, este cretino.

Marcão meteu a boca no porco que perdeu de dois do time reserva do Inter. Tá todo mundo puto nos times de Sampa.

Banho. Bronha. Computer. Encomendei o remédio do cabelo. Tem este tb. Ta pensando o quê: aqui é tudo fake. Até os vinte e oito centímetros de pau. Na verdade, são só vinte e cinco. Foi por telefone. O quê? A Finasterida. O remédio do cabelo. O mesmo do Romário. Lá pelas onze, quando sair, eu pego em Santana. Hum. E agora? Almoço na Band? Ou na rua. Sei não.
Pego o remédio. A farmácia de manipulação oferece estacionamento grátis. Aproveito pra almoçar. E hoje é segunda feira, dia de Virado à Paulista. Gente, buceta é bom? E cerveja? E feijoada? E nosso time campeão? E churrasco? E viagem? E grana? Mas mesmo tudo isso perde o valor diante de um Virado à Paulista. Arroz, bisteca, lingüiça, ovo bem passado, banana à milanesa, torresmo, couve e, claro, o tutu de feijão. Vai tomar no cu.

Saí rodando por Santana atrás do Virado. No primeiro restaurante, nada. No segundo. Nada. Bati quatro ou cinco restaurantes e nada de Virado, que é o prato do dia. Não sabia? Segunda é Virado à Paulista. Terça é, hum, Bife à Role com purê. Puta que pariu! Quarta é feijuca. Quinta é macarrão com frango e sexta é peixe. Sábado voltamos à feijuca e domingo é o que sobrar da semana inteira. Popularmente conhecido como "Restô d'ontê", ou, resto de ontem.

Bem, já que estou caminhando, vamos até o "Famoso Bar do Justo". Os caras estão abertos desde 1946 e costumam fazer um Virado de responsa. Tai. Manda aí. Uma coca zero tb. Não tem, só Pepsi. Zero? Zero!

Na mesa ao lado, dois velhotes se embriagando. O magrelo é meio surdo e chama-se Paulo. O grandalhão é o Rubens e esquece as coisas. Deve ser vítima do Mal de Alzheimer. Eles se tratam formalmente e por isso pesquei os nomes. Paulo ta bebendo uma cachaça. Heim? Cachaça, caralho! Ouviu? CA-CHA-ÇA!

Ruben ta na Antarctica e numa cachaça tb. Esqueceu? Antarctica e cachaça. Puta merda. Os dois estão felizes de terem saído de casa após alguns dias muito mal. Os dois devem estar na casa dos oitenta e cinco, noventa. Estão bem, ainda. Ruben é mais forte, tem a voz poderosa, como se tivesse sido militar ou coisa parecida. Esqueceu? MI-LI-TAR. Ah, não preciso gritar, o surdo é o Paulo. A coisa continua assim. Ruben fala com Paulo que não ouve e responde qualquer coisa. Ruben esquece que Paulo é surdo e fala baixo. E Paulo segue respondendo qualquer coisa. Chega um careca, muito, muito mais jovem. Deve ter uns cinqüenta e cinco. É um menino. É assim saudado pelos velhotes.

- Senta aí, garoto! - diz Ruben.

O careca já veio armado com uma Skol e uma dose de vodka. Pruma segunda feira, pouco mais de meio dia, os caras estão com sede. Meu Virado chegou. Com licença.

"Quando eu estou aqui, eu vivo este momento lindo, comendo meu Virado e as mesmas emoções sentindo. São tantas deglutidas, são momentos que almocei aqui. Virados, feijoadas, delícias que eu provei aqui...".

O tal de Bar do Justo tem pelas paredes várias premiações de qualidade, atendimento, petiscos e etc. O garçom, um velhote mais jovem que os companheiros da mesa ao lado, não gostou muito de ter que limpar as mesas enquanto a freguesia não chega pra comer. Uma garotinha de seus cinco, seis anos, provavelmente filha da dona, se dispõe a ajudar e lá estão as duas gerações trabalhando lado a lado. Nenhuma delas faz o trabalho direito. Mas tudo bem. Finalizei. Café. Cartão de Crédito. Deixo os meninos ainda conversando e bebendo animadamente. O surdo, o esclerosado e o careca.

Volto pro estacionamento e por um minuto não preciso pagar nada. O limite da cortesia da farmácia é uma hora. Gastei cinqüenta e nove minutos na minha gambiarra gastronômica. To bem comido e joiado. Band.

Sex Prive está ás moscas. Cheguei cedo. Pessoas almoçando, suponho. Apenas o master crente, meu caro amigo Boy, está presente pra abrir a porta blindada de aço. É, nosso conteúdo é censurável, então ninguém pode entrar aqui sem autorização. Porta de aço trancada o tempo todo. Ta passando o filme do Mateus Carriéri. Gente, ele come tantas gostosas, mas tantas, que dá até vontade de bater uma punheta. Ele vai comendo: duas, três. É de matilha. É foda. Olha o rabo daquela ruiva, caralho. Ele mete e a loira fica olhando. Ô delícia. Quase tão bom quando o Virado á Paulista... Eh,eh,eh! Computer. Atualizações. Twiter. Orkut. E-mails.

Ela ta lambendo o cu dele. Caralho!

Oh, não! O Virado ta pressionando a Picanha de ontem á noite. Tudo lubrificado pelo caldinho de feijão e lá vem merda. Banheiro. Porra, a merda tá preta igual piche e a consistência é a de asfalto. Ao realizar minha assepsia anal noto que o papel higiênico rasga e fica preso no vão do meu cu. Porra. Lá vou eu resgatar este fiapo de papel fétido. Maldição. Terminei. Voltei. To aqui. 

Vai começar outro filme: "Homem não entra". Filme de lésbicas. Mocinhas se querendo. Se lambendo. Se felando. Seviciando-se a si próprias e vice versa, entende? Eu amo. Eu apoio. Eu dou a maiorrrr forrrrrça.

O chefão da produtora Brasileirinhas, sócio do canal com a Band, está vindo pra cá com convidados. Eu não o conheço pessoalmente, mas chefe na área nunca é coisa boa. Vamos ver no que dá.

Não deu nada e eu to indo pro ensaio. Um puta transito e ta quase dando a hora do rodízio. Me falaram que tem um serviço na prefeitura que, quando vc ta preso no transito em dia de rodízio, basta ligar e cadastrar a placa do seu carro que a multa é suspensa. Mentira. Lenda. Liguei lá e o serviço não existe. No fim, cheguei ao Roy um pras cinco.

Todo mundo meio atrasado, começamos gravando a música da Ju e depois seu dueto com o Roy. Cavalo fez "A última partida de bilhar" no violão, preu sacar a linha melódica. A coisa toda tava bem engatilhada que acabamos gravando onze canções. Faltaram cinco que finalizaremos na quinta. Saímos dali eu e Cavalo num puta clima de dever cumprido. Fomos direto pro Mercearia São Pedro. Ligo pro Marião pra ver se ele tá lá ou se quer carona. Ele tá na pré-estréia de um filme nacional chamado "Mulher Invisível". Eu e Cavalo começamos os trabalhos ingerindo várias Serras. Passa-se pouco tempo e a turma toda aporta no Mercearia: Trovão, Cassiano, Jiraya, Lingüinha, Carcarah, Marião, Loureiro e Marcelo Rubens Paiva. O Marcelo é bem amigo do Mario e de vez em quando aparece. Nunca tive chance de dizer a ele o quanto o primeiro livro dele, "Feliz Ano Velho", mudou minha vida. Aproveitei a coragem advinda do Hi-Fi e falei. Paulo Cesar Pereio tb tá por aí. Opa, ta indo embora. A galera toda se anima a ir pra festa de lançamento do filme, ali numa travessa da Cunha Gago. Boca livre.

E cá estou eu, bêbado feito um gambá, ouvindo este som ruim do caralho e mantendo sob minha vista gente como Caco Ciocler, Senton Mello e Luana Piovanni. Bebida a rodo. Uma cuba. Duas. Três. Caralho. Resolvi subir uma escada e cheguei a uma sala que parece ser um local vip.
Opa, to na minha cama. Não lembro de quase nada depois da tal sala vip. Tentaram me tirar de lá e eu não saí. Que mais? Lembro apenas de estar tropeçando e caindo sobre a mesa dos manobristas na porta da casa. Cavalo na direção. Dei PT. Ele parou pra colocar combustível. Ele capotou no sofá. Eu na cama. To aqui. Desperto meio assustado, num último esforço de me manter acordado. Fiz alguma merda? Fiz. Já fui.

domingo, 17 de maio de 2009

Este remédio vai me transformar no Tom Cruise, é?

Acordo pelado. Claro. Se dormi pelado, não havia de me vestir durante o sono. Ressaca monstro. M-O-N-S-T-R-O! Enjôo. Não. Não vou levantar. Tem a Feira da Pompéia. Caio vai tocar. Roy vai tocar. Mas do jeito que eu to, não consigo sair. Vou dormir mais.


Acordo de novo. Duas da tarde. Cadê meu celular? Coloco o roupão e dou uma geral no carro. Bater, eu não bati. A vizinhança se assusta com meus trajes e minha feição beirando a de um zumbi. O celular ta no console. O cd da banda Nonah tb. Ai, que dor de cabeça. Chuveiro. Cama.
Acordo de novo. Quatro e meia. Vou ver este jogo. Verdes e Inter. Secar a porcada costuma me fazer bem. Um a zero pro Colorado. Apago. Dois a zero pro Colorado. Que bom.

Jogo do Timão. Botafogo do Rio. O Botafogo é um timinho. Temos que ganhar. Ronaldo perde chances incríveis. Não ta no dia dele. O Botafogo tb perde. Porra, joguinho fácil de ganhar e os corinthianos tropeçando na bola na frente do goleiro. Zero a zero. Tamos em décimo sétimo no campeonato. Uma derrota e um empate. Como algo. Sobras do churrasco. Desce mal. Que é que eu faço. Vou sair? Vou.

Banho. Dex manda notícias via e-mail. Diz que lá na Turquia são seis horas na frente do Brasil. Que é quente de dia e fresquinho á noite. Bebeu umas taças de vinho com o pai. O bad english dela ta funcionando. Ta com saudades. E eu a amo.

Farmácia. Não de bebida, de drogas mesmo. Compro o tal do remédio para diminuir o nível do triglicérides. Caraio, oitenta e poucos paus, com desconto. Este remédio vai me transformar no Tom Cruise, é?

A drogaria é quase na frente do meu bar favorito. Como é que eu cheguei aqui? O carro veio sozinho. Arrisco uma entrada no Terra Nova. Habituês jogando pôquer, inclusive o dono. To no balcão bebendo uma Serra Malte e conversando com a Lola, a dona. Amiga querida. O pôquer segue. Eles discutem. Eu não jogo. Eu bebo. Bebo uma água mineral com gás, gelo e limão antes da breja. Hum. Melhourou. Peço um caldinho de feijão. Muito bom mesmo. Desce a breja. Papos furados. Umas mocinhas passam pelo cartaz das Velhas Virgens que ta enquandrado na parede e olham pra mim. Uma se aproxima e pergunta se eu sou eu. Eu sou eu, sim! Terminei a breja. O caldinho tb. A água, idem. Não tô autentico. Não tô fidedigno. Não to legal. Volto pra casa. TV. Tem um filme de só de mocinhas no canal pornô. Mariquinha, Maricota, com a direita e com a canhota. Fome. Desço e asso um pedaço de picanha que sobrou do churrasco. Na frigideira, claro. Com pão. Maionese. Bom. Mais TV. Caganeira. TV. Cama.

Amanhã tenho muito o que fazer. Vou mais cedo pra Band pras quatro da tarde sartar pra casa do Roy onde gravaremos o ensaio. Leitura antes de apagar. O livro do Vicente Matheus. Para chamar o sono. No livro ele já morreu e a mulher continua escrevendo, falando das confusões políticas com o clube, metendo o pau no Dualibi. Fui.